El juego como Expresion de Libertad

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Balley, Gustava (1964). EL JUEGO COMO EXPRESIÓN DE LIBERTAD , Mexico, : Fondo de Cultura Económica

Neste pequeno livro Bally propõe investigar uma imagem do ser humano em comparação com o comportamento animal. Para efectuar essa comparação Balley propõe uma análise do jogo como elemento comum.

O jogo é analisado a partir dos comportamentos instintivo. No entanto o jogo entres os animais apenas acontece em situações de relaxamento. Sem ameaças ou perigos sentidos ou pressentidos.

Segundo Balley em situação de segurança na envolvente imediata as crias e os humanos jogam espontaneamente. É essa espontaneidade que criar a situação de liberdade. O autor usa mesmo e temo “sede de liberdade” para o ser humano.

Ser livre torna-se através do jogo num ato. A liberdade é construída. Ora Belley coloca a seguinte hipótese: Se a liberdade surge da luta contra a coacção, contra a pressão dos outros, significa que essa liberdade não pode existir sem uma determinada ordem. A Ordem é nesse sentido o limite da liberdade. Não se pode ser livre sem essa ordem.

O autor prossegue com a sua reflexão. Sendo que a Liberdade não existe em si como qualquer coisa ou ideia, a Liberdade é construída em processo. Um processo dialético, como se fundamenta na época, numa tensão entre a ordem e a liberdade. Não somos livres. Fazemo-nos livres.

No entanto, para nos fazermos livres necessitamos de ter consciência dos limites dessa nossa liberdade. Temos que saber é que espaço é que podemos construir essa nossa liberdade. A Liberdade é construída dentro dos limites desse espaço.

A ideia chave do autor sobre a relevância do jogo para construção da liberdade é a sua conclusão de enquanto a Liberdade contem aqueles que a constroem, corporizando quem são e o que fazem, a ordem é o processo de organização que lhe confere sentido ou relevância.

O Jogo serve, para os animais e para os seres humanos para construir (treinar) a liberdade de cada um em contexto com o ambiente e com os outros. O jogo treina a adequação ao contexto ao mesmo tempo que amplia as possibilidades de acção. A liberdade confronta-se com a ordem alargando sucessivamente os sus limites.

A Fronteira emerge assim como espaço de conquista da liberdade e a jogo como o processo para o seu treino.

A demonstração da tese passa pela investigação sobre os instintos dos animais, das formas como a coacção natural vai refreando a liberdade, e como através do jogo as crias se vão simultaneamente reconhecendo e testando os sucessivos limites. O jogo como movimento de liberdade e de descoberta das ameaças.

 

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