Árvore das memórias sessão II

Em Peniche realizou-se a segunda sessão de Árvore das memórias: lugares e saberes do sul. Na sequência da primeira sessão foram propostas questões sociodramáticas.

Perante uma população jovem, motivas para a ação, a adesão aos métodos sociodramáticos foi espontânea. Selecionaram-se para dramatizar as questões do abandono dos animas, da pobreza e dos sem abrigo, o banco alimentar e o associativismo. como nas sessões anteriores depois dum aquecimento sociodramatico, os grupos selecionaram os temas de trabalho, representaram o problema e procuraram a solução.

No final um debate permite ver o que foi conseguido.IMG_0663 IMG_0662 IMG_0661 IMG_0660 IMG_0659 IMG_0658 IMG_0657 IMG_0656 IMG_0655 IMG_0654 IMG_0653 IMG_0652 IMG_0651 IMG_0650 IMG_0649 IMG_0648 IMG_0647 IMG_0646 IMG_0645

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Margens e Fronteiras

Na conferência de Encerramento do XII Congresso da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, num interessante debate entre Olga Pombo, Joaquim Carreira das Neves, e Manuel Eduardo dos Santos, sobre Filosofia, Religião e Ciência no auditório da Pousada da Juventude de Almada, em cima do Rio Tejo com vista para aponte 25 de Abril e a magnifica cidade de Lisboa, as metáforas sobre as margens e as pontes foram frequentes.

A certa altura do debate, Olga Pombo defende: “Se queremos conhecer os fenómenos não podemos ficar no leito. Temos que procurar nas margens. é aí que as coisas se transformam.

As ciências duras, são ciências do leito. Explicam a força da corrente. As ciências moles, são ciências das margens. Procuram explicar porque é que as margens contém o leito e como e quando é que esse leito se transforma.