‘Management’ turístico, um exercício político em ascensão

L´obéissance est morte

Dois centros interpretativos e um espaço de acolhimento de turistas vão ‘nascer’ em Évora para a cidade funcionar como ‘placa giratória’ de visitantes na região, fruto de um projecto da Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central (CIMAC), noticia o Público. Segundo a presidente da CIMAC, e prosseguindo a leitura da mesma notícia, a ideia é que a capital de distrito, Évora, tenha a função de “placa giratória do tráfego de turistas”, permitindo direccionar os visitantes “não só para a oferta turística cultural da cidade mas também para todos os concelhos vizinhos”. A ideia é da representante da CIMAC, Hortênsia Menino, autarca comunista de Montemor-o-Novo; o sublinhado, meu.

É desde logo evidente que o turista, que os administradores do território “direccionam” para onde bem entendem, nada é senão um consumidor; e que, por isso, todo o seu tempo disponível é tempo de consumo, contribuindo para a valorização…

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