AUTOMATION IN PORTS AND LABOUR RELATIONS IN XXI CENTURY

Raquel Varela

By Raquel Varela, labour historian IISH, UFF, UNL) , Henrique Silveira, mathematician (IST)

Abstract.

By Raquel Varela, labour historian (IISH, UFF, UNL) , Henrique Silveira, mathematician (IST)
In this part of the work we analyse mathematically the costs and benefits of automation in ports. In particular we analyse automation in cranes and its implications to labour, unemployment, and net financial benefits and losses for the operators. We studied the concept of efficiency viewed by operators and by port clients. We concluded that automation is in general not profitable for the operators. We discussed briefly the losses for the public of the automation process, measured in net loss of taxes collected by the states and by unemployment subsidies conceded to discharged dockers. Finally we discussed the losses in GNP generated by the processes of automation. This is a general study using averages to generate general results applicable to almost all cases, we…

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Os Corticeiros

Raquel Varela

Nunca me regozijei com a morte de ninguém. As vitórias e as derrotas políticas não se medem pelo fim inevitável, a que todos chegaremos. Mas na morte, seja de quem for, deve haver balanços históricos e todos os balanços são feitos de erros e acertos, papel pessoal e familiar – que no caso de Américo Amorim diz respeito só à sua família e próximos; e papel social – que me interessa muito, como historiadora do trabalho e diz respeito a todos nós, como cidadãos do país. A morte não nos iliba dos julgamentos históricos, nem é uma passaporte para a eternidade mítica.
Fiz parte da equipa que há uns anos produziu este documentário – Os Corticeiros. São milhares de homens e mulheres ao longo de décadas que trabalharam na fileira da cortiça. Da Companhia das Lezírias às fábricas de São João de Ver. A ver, porque onde há reis há…

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Índia

Raquel Varela

Há 1,3 mil milhões de pessoas na Índia. 457 milhões são trabalhadores, 422 milhões trabalham no sector informal. Só 34 milhões no sector formal. Da população 40% são analfabetos e a vasta maioria iletrados. No sector das tecnologias de informação não é permitida a sindicalização. No poder está um partido apoiado por uma milícia armada assumidamente de extrema direita…Um lugar perfeito para fazer yoga e encontrar o eu que há no nosso profundo bem dentro essencial.

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A Monocultura Florestal e as Bacias hidrográfias

Raquel Varela

Por Tiago Lucena

Muitas pessoas, mesmo no campo, acreditam que a água aparece por milagre divino, algures numa serra uma nascente misteriosa jorra água que gera um rio. Porém, a água tem uma explicação perfeitamente simples e óbvia, e quem a entende sabe que esta é plantada. Leu bem, a água é semeada e plantada.

Não é por acaso que os rios nascem em montanhas e serras. É a geografia natural desses vales que compõem as serras que geram e alimentam estes rios. Uma realidade cada vez mais comum no interior, sobretudo nos últimos anos, é a seca cada vez mais frequente dos ribeiros secundários e dos fios de água menos fortes. No entanto, quando observamos os trabalhos de pedra nesses vales reparamos que a própria construção – as chamadas levadas de água – evidenciam que muita água por ali passava. Mas hoje estes ribeiros secam durante o período mais…

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Saúde como mecanismo de inclusão – por Diana Amorim

Saúde Global

Em homenagem ao Dia Mundial do Refugiado (20 de junho) o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) publicou o relatório “Global Trends”, com a atualização das estatísticas relativas às pessoas deslocadas ao redor do mundo. Mantendo o crescimento dessa parcela da população, ainda que em ritmo menos intenso do que nos anos anteriores, os números impressionam: ao final de 2016 cerca de 65,6 milhões de pessoas eram consideradas casos de deslocamento forçado, dentre os quais 22,5 milhões de refugiados[1].
Entre os efeitos desse fenômeno estão os obstáculos à integração dos migrantes nos territórios de destino, em termos sociais, econômicos e culturais. Me atenho aqui aos aspectos sociais, com ênfase na assimilação dos migrantes pelos sistemas de saúde oferecidos a estes nos países que recebem os fluxos migratórios.
Afastando o mito de que a busca por tratamento médico é um dos principais motivos que levam aos deslocamentos de migrantes[2]…

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Aids: silêncio e invisibilidade

Saúde Global

Artigo escrito em 2015 pela pesquisadora Priscilla Soares para a coluna de Jean Willys na Carta Capital como parte da campanha #AgoraÉQueSãoElas. A coluna nos informa que o vírus da Aids foi apontado pela OMS em 2009 como a principal causa de morte entre mulheres em idade reprodutiva no mundo. De acordo com a ONU, a taxa de infecção entra mulheres jovens é duas vezes mais alta do que em homens da mesma faixa etária. Este cenário não apenas uma maior vulnerabilidade biológica das mulheres ao vírus, mas que esta maior taxa de infecção decorre também das implicações das desigualdades econômicas e de gênero.
 
Enviado por Isabela Brandi

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