Faz mais sentido combater Aedes do que vacinar em massa, de Claudia Collucci

Saúde Global

Folha de S. Paulo – A recém-aprovada vacina contra a dengue pouco ajudará no controle da doença. Ainda mais no atual cenário em que o mosquito transmissor, o Aedes aegypti, também protagoniza epidemias de zika e chikungunya pelo país.

Há muitas ressalvas em torno da vacina. A começar pela taxa de eficácia, de 66% em média, considerada “baixa” pela Anvisa. Para os sorotipos 1 e 2 da dengue, a eficácia é de menos de 50%. Para quem nunca teve dengue, menor ainda, de 43%.

Outro senão é a necessidade de três doses, uma a cada seis meses, o que dificulta a adesão. Mas, como bem lembrou Lucia Bricks, diretora médica da Sanofi Pasteur, fabricante da vacina, em entrevista à Folha, “é o que temos neste momento”.

A vacina em desenvolvimento pelo Instituto Butantan promete imunização de 90% com uma única dose. Mas ainda não há estudo que comprove…

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