Margens e Fronteiras

Na conferência de Encerramento do XII Congresso da Sociedade Portuguesa de Psicodrama, num interessante debate entre Olga Pombo, Joaquim Carreira das Neves, e Manuel Eduardo dos Santos, sobre Filosofia, Religião e Ciência no auditório da Pousada da Juventude de Almada, em cima do Rio Tejo com vista para aponte 25 de Abril e a magnifica cidade de Lisboa, as metáforas sobre as margens e as pontes foram frequentes.

A certa altura do debate, Olga Pombo defende: “Se queremos conhecer os fenómenos não podemos ficar no leito. Temos que procurar nas margens. é aí que as coisas se transformam.

As ciências duras, são ciências do leito. Explicam a força da corrente. As ciências moles, são ciências das margens. Procuram explicar porque é que as margens contém o leito e como e quando é que esse leito se transforma.

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